Seguro Automóvel Clássicos

Proteção obrigatória, melhorada ou completa para o seu automóvel clássico

Fazemos mediação exclusiva de seguros automóvel entre o cliente e a TRANQUILIDADE, GENERALI SEGUROS S.A., por isso garantimos sempre acesso ao prémio mais competitivo do mercado e um atendimento profissional especializado.

  • Automóveis com mais de 25 anos e detentores de certificado de autenticidade do Clube Português de Automóveis Antigos, inscritos no ACP Clássicos ou que constem na lista de Veículos da "Motor Clássicos" ou da "Classic Cars Magazine" – ou da lista de Veículos "Clássicos" da Companhia.
  • Veículos considerados de Coleção ou com série de produção limitada.
  • Veículos guardados em garagem fechada e que não percorram mais de 5.000 km / ano.
  • Automóveis ou motos que, não sejam o veículo de utilização habitual.
  • Proprietários com mais de 25 anos e 5 anos de carta e que tenham outro veículo seguro na Companhia.

Convirá ter sempre disponível na viatura um impresso de Declaração Amigável de Acidente de Automóvel (DAAA) que pode ser obtido em qualquer seguradora.

É útil tirar fotografias no momento do acidente.
 
Na ocasião, deve:
  • Anotar a matrícula, marca e modelo dos veículos intervenientes;
  • Tomar nota das apólices dos seguros (número e identificação das Companhias e data de validade) - dados a obter a partir da "Carta Verde" ou da vinheta colocada no pára-brisas;
  • Preencher a Declaração Amigável (DAAA) com rigor, o máximo de informação possível e com assinatura legível dos condutores.
 
Verificam-se apenas danos materiais:
  • A intervenção da autoridade (PSP ou GNR) pode ser dispensada mas será útil no caso de os danos serem significativos, as circunstâncias do acidente não serem claras ou um dos intervenientes recusar o preenchimento da DAAA ou caso o acidente tenha sido provocado pelas próprias condições da estrada ou por objetos estranhos à mesma;
  • Se possível, identificar testemunhas (tanto para ajudar a esclarecer a forma como se deu o acidente como para confirmar os danos causados).
Quando existem pessoas feridas:
  • Deve ser solicitada a intervenção da autoridade;
  • Nunca deve ser abandonado o local do acidente, a menos que seja para se deslocar ao hospital.
Nota: o abandono do sinistrado pode, em alguns casos, constituir crime.
 
Intervenção da autoridade (PSP ou GNR):
  • Comparecendo no local, a autoridade, entre outras iniciativas, anota a data e o local da ocorrência, identifica os intervenientes e eventuais testemunhas, tira medidas no local e elabora um esboço do acidente;
  • Posteriormente, os intervenientes ou as Seguradoras podem obter da autoridade interveniente uma cópia da respetiva certidão (este documento pode ser fundamental para a confirmação do sinistro e apuramento de responsabilidades).
Testemunhas do Acidente:
  • Para que o depoimento seja relevante, as testemunhas devem ser, preferencialmente, pessoas não envolvidas no sinistro e tê-lo presenciado;
  • Devem ser identificadas com o nome e morada e, se possível, contacto telefónico;
  • Depois de indicadas à Seguradora, se se justificar, poderão vir a ser por esta contactadas por escrito ou pessoalmente.